Toy Story 3 me comoveu e encerrou um ciclo. Só posso dizer que adoramos!
Há meses eu venho postando aqui* no Blog sobre a continuidade da história mais querida dos últimos tempos, Toy Story…
E finalmente chegou a hora com que sonhávamos há tanto tempo, confesso. O momento de descobrir que final foi preparado para a turma do Xerife Caubói Woody e seu fiel amigo, o Patrulheiro Espacial Buzz Lightyear, depois de 15 anos da sua estréia mundial, depois de encontros e desencontros, de dois filmes absolutamente bem sucedidos fruto da parceria Disney/Pixar que consolidou a capacidade de criarem histórias mágicas, ricas em detalhes do cotidiano, cabíveis em nosso contexto social, mas inimagináveis até poucas décadas atrás. A sensibilidade, os valores morais, a franqueza, a trilha sonora perfeita e cativante somados à capacidade técnica para os desenhos e todos os efeitos visuais exigidos para a construção de animações de qualidade são pontuais nesta parceria de Disney e Pixar, da qual somos fãs declarados aqui em casa.
Mas, afinal, vimos o filme? SIM! E a mamãe chorou no final, claro! CJ que havia madrugado pedindo para assistir ao segundo filme da série (de 1999) – como aliás faz com freqüência – nos fez entrar no clima de Toy Story logo cedo… eram seis e alguma coisa da manhã
e neste “clima” foi me perguntando aflito se era hoje o “dia de cinema” para ver Woody, Buzz e Jesse. Ah… sim, a cauboizinha do segundo filme conquistou não apenas o coração do Patrulheiro Buzz como também o coração do nosso CJ que fala dela com frequencia e a inclui em muitas conversas domésticas. Adianto que, por esse encanto, é que ele – merecidamente – ganhou uma Jesse de pelúcia logo após a nossa sessão de cinema familiar, rsrs.

Fotos do CJ junto aos displays do filme espalhados pelo cinema, após a sessão. Acreditam que havia fila de pais e filhos para fotografar?
Assistimos a uma sessão dublada e não em 3D do Toy Story 3, o filme que encerra a trilogia das engraçadas e fantásticas experiências vividas por Woody, Buzz e a turma de brinquedos do amado Andy. O dono dos brinquedos agora está um rapaz, com 17 anos de idade e a caminho da faculdade. Pressionado pela mãe para colocar o “quarto” em ordem antes da mudança para o dormitório da faculdade, ele decide guardar todos os brinquedos favoritos no sótão, menos Woody, que irá com ele, sempre juntos. Mas, por um engano da mãe de Andy, todos eles são doados a uma creche, a Sannyside. E a partir daí se desenrola a última jornada desse grupo de amigos brinquedos. Como nós não assistimos no 3D é possível que tenhamos perdido o melhor das muitas cenas de emoção e grandes efeitos utilizadas nesse filme. O impacto das cenas, cores, volumes e sons já foi bom assim, imagino o que seria em 3D, mas… fica para outra hora.
Compartilho uma situação engraçada e peculiar: entre uma cena e outra de pesar pelas despedidas – que é a tônica do filme – houveram muitos momentos comédia, tiração de sarro e piadinhas paródia, como foi peculiar nos outros filmes, mas todas elas tiveram muito mais graça porque nas poltronas logo atrás de nós havia um grupo de adolescentes de 13 a 15 anos que chegaram reunidos e riam muito, comentando que lembravam-se disso ou daquilo e de como alguns personagens iniciais estavam se relacionando agora, no fim da história. Toy Story faz parte da viva deles como Star Wars fez parte da minha formação, isso é muito legal, embora só os muitos fãs de cinema entendam do que falo aqui… Wathever… O ápice para esses garotos, devo dizer, foi o encontro de Barbie e Ken somado ao seu título de “brinquedo de menina boneco metrosexual”. Hilário!
Mas no final… o fato é que depois de muitas risadas, foi meio impossível não embargar a voz ou lacrimejar os olhos, pois a história acabou. Tanto para esses adolescentes que estão próximos da idade de Andy, que vivem as expectativas com a vida de adulto e da despedida de brinquedos e brincadeiras da infância quanto para mim, que sempre assisti aos filmes como adulta (primeiro acompanhando meu sobrinho Enzo e agora, como mãe) mas me permiti envolver pela magia dos “bonecos com vida” e pelo valor da amizade sempre enaltecidos nos filmes, a certeza de que novas crianças surgem e que as brincadeiras e criatividade não terão fim é a única coisa boa a se pensar, assim, para poder deixar o cinema feliz. Porque, no fundo, saber que os brinquedos estão sós – sem Andy – por alguns instantes é meio difícil de digerir.
Muito engraçado eu dizer isso porque sou a favor de doar* brinquedos e demais pertences sem uso para quem precisa, filosofia herdada da minha mãe e repassada ao CJ, mas com alguns bonecos em especial, a “síndrome de Woody” fala mais alto. Enfim, bom é saber que logo o filme estará em DVD e que poderemos ampliar nova dvdteca e rever muitas e muitas vezes essa façanha final
Para quem ainda não viu, bom filme!!! Nós indicamos. CJ inclusive, que assistiu a tudo no colinho, participando de cada emoção junto com seus heróis do momento!
Confira outros incríveis pôsteres de Toy Story 3 no site Planeta Disney*.
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Toy Story 3 me comoveu e encerrou um ciclo. Só posso dizer que adoramos!: – http://tinyurl.com/2cj3zr3 #familia (via blog)
Acabei de postar via @blogdati sobre nossa ida ao cinema http://tinyurl.com/2cj3zr3 Toy Story 3 e aí achei matéria sobre os brinquedos da…
Toy Story 3 me comoveu e encerrou um ciclo. Só posso dizer que adoramos!: Há meses eu venho postando aqui* no Blog… http://bit.ly/ch8FyU
Eu fui assistir ao filme sexta com meu namorado. Achei tudo incrível, especialmente efeitos especiais. assisti os outros filmes ainda criança e muitas vezes olhei com pena ou culpa para uma boneca que eu já não queria mais ou que minha mãe mandava dar para os carentes. Eu dava, mas ficava pensando se fossem vivos ou se pudessem sentir algo como o Woody e a Jesse se eles não sofreriam por serem abandonados. Claro que não birnco mais hoje, porém ainda tenho várias bonecas guardadas e que espero, se tiver uma filha, darei para ela brincar também. Tipo uma geração passando para a outra. Acho que será bom.
Bacana o seu texto. Day
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[...] [Não fui ver o filme ainda, mas minha irmã @blogdati já foi e adorou!] [...]
Ti querida,
Você tem uma qualidade que é cada vez mais rara nos dias atuais. Você tem a capacidade de vibrar com o belo, com as emoções e tem também e isto é mais raro ainda a capacidade de descrever o seu sentimento de uma maneira cativante. Eu penso que essa deve ser uma qualidade essencial para ser escritora. Continue firme. É por aí, menina!.
Estou super motivada para assistir o filme. Acho que quando for novamente visitar voces, o Caio vai me convidar para uma sessão master de Toy Story, com os três episódios. Ah! Ah! Ah!.
Beijos.
Eu amo esses filmes de paixão. São 10! Melhor, eles são nota mil. Quem consegue olhar pra um brinquedo depois de assistir Toy Story e não pensar neles como seres vivos? São muito queridos e dão uma dimensão de como a infancia é importante na vida das pessoas/criançcas. Uma infancia bem vivida, bem aproveitada.
Ainda não assisti o novo filme mas quero muito ver, do jeito que vc falou deve ser incrível mesmo.
:;
Tiffany Reply:
junho 25th, 2010 at 10:23 am
Kristen, é verdade isso que você falou: impossível olhar para um brinquedo sem pensar que eles sentem e pensam. É a herança que ganhamos de Toy Story, assim como outros filmes nos remetem a avaliar e enxergar com olhos mágicos e criativos tantas outras coisas pertencentes ao nosso dia a dia, não é?!
Obrigado por comentar. Abraços, Ti
Ainda não assisti, aliás eu não assisti nenhum dos 3, o 1 por preconceito da minha parte quanto aos desenhos em computação gráfica no cinema, o 2 desinteresse, já o terceiro por falta de oportunidade. Relembro minha idade quando saiu os dois primeiros filmes 15 e 19.
Depois que vi o trailer do filme (3) me encantei com a Barbie e Ken que eu não fazia idéia que existia na história. Fui atrás da história para saber quando eles aparecem, e descobri que a Barbie aparece somente no 2. Imagino que se tivesse no 1 eu teria me interessado, pois deixei as brincadeiras com barbie de lado para me dedicar ao colégio técnico. É brinquei de Barbie até os 15. Agora só vejo motivos para assistir e quem sabe me encantar com todos eles.
[...] cinema tem em cartaz Shrek Para Sempre, muito muito muito bom, e Toy Story 3 – vamos assistir neste final de [...]
Ti obrigada pelo incentivo, realmente valeu a pena. Assiti o 1 o 2 e fui ao cinema para ver o 3. Alexandre curtiu muito o filme, achei legal o quanto ele ficou fascinado. E pra mim foi um filme emocionante, poder ver a barbie minha boneca tão querida mostrar toda sua essência que eu imaginava, ela é bravinha, mandona, meio fútil mas tem um bom coração. Chorei de emoção com os perigos e mais ainda quando o Andy resolveu passar os seus brinquedos para uma menininha que fosse brincar com eles e cuidar tanto quanto ele cuidou. É como guardar um brinquedo e passar para o seu filho.
Obrigada pela indicação.