Pesquisando sobre Terror Noturno

Posted by @blogdati On junho - 1 - 2010 6 Comments

Sobre filhos com dificuldades para dormir*. Quais pais nunca passaram por isto: um grito assustado na madrugada, um pedido de colo ou aconchego na cama dos pais e/ou pela negativa para voltar a dormir tarde da noite? Essas são apenas algumas cenas de diversas razões e episódios que levam nossos pequenos a dormirem mal…

Desde que meu filho nasceu, há 2 anos e meio, tenho ouvido falar a respeito e pesquisado o termo Terror Noturno, um distúrbio do sono que pode acometer crianças de poucos meses até 5 anos de idade, em geral.

Orientada por médicos da família e pelo pediatra do meu filho, tenho acompanhado a evolução dos problemas de sono aqui em casa sempre relacionados diretamente ao terror noturno, porém sem “entrar em pânico” e ainda sem tê-lo levado para fazer os exames de polissonografia em clínicas especializadas. Me esforço para ler, trocar idéias e manter as “novidades de nossas madrugadas” em dia na conversa com o pediatra, mas a cada momento me surpreendo mais e mais com o foco sobre o qual artigos e reportagens abordam esse distúrbio do sono. Alguns alarmantes, outros sossegados, uns bastante rico em detalhes e outros, um tanto superficiais.

No Portal Baby Center Brasil*, por exemplo, a equipe médica que responde pelas orientações aponta:

“os terrores noturnos acontecem com pelo menos 5% de todas as crianças e podem começar já aos 9 meses de idade. São um transtorno de sono misterioso, que ocorre quando a criança está numa fase em que dorme profundamente, mas não sonha. Durante uma crise de terror noturno, a criança pode chorar, gritar, gemer, sentar na cama e se debater. Mesmo que ela esteja de olhos abertos não sabe que você está ali e não se acalma. A crise pode durar alguns minutos ou até mais de meia hora, e, depois que passa, a criança volta a dormir. No dia seguinte, não lembra de nada”.

Devo dizer que os episódios aqui em casa parecem muito com isso, mas o tempo das crises fica em 30 segundos a 1 minuto em média e não acontecem todas as noites, na maior parte delas, mas não em todas. Não tem regra. Em poucas palavras, no mesmo Portal, eles diferenciam as crises de terror noturno dos simples pesadelos, questionamento que já fiz muitas vezes e que é legal compartilhar:

“Os pesadelos ocorrem durante a fase do sono conhecida como REM (movimento rápido dos olhos), que é quando as pessoas sonham. Depois de um pesadelo, a criança tem idéia do motivo de estar assustada, e depois dos 2 anos começa a explicar o sonho. Outra coisa que acontece com os pesadelos é que a criança pode ficar com medo de voltar a dormir, e no dia seguinte consegue se lembrar de que teve um sonho ruim”.

Há pouco li um breve texto no Portal da Revista Crescer* que sintetizava algumas informações e de modo curioso trazia o seguinte título: “terror noturno, um susto do bem”*. Do bem? Fiquei curiosa para ler…

“É muito comum que no período pré-escolar, entre 3 e 5 anos, algumas crianças tenham um distúrbio do despertar chamado terror noturno. Apesar do nome pavoroso, trata-se de um episódio benigno, que não afeta o aprendizado ou traz conseqüência alguma. Acontece no meio do ciclo, e dura pouco mais que 15 segundos. Nos bebês pode gerar uma crise de choro incontrolável e, nos maiorzinhos, sonambulismo. ‘Esporadicamente não traz problema. Os pais devem acalmar os filhos e colocá-los para dormir novamente. Mas se acontecer mais de um susto por noite, deve-se procurar tratamento, que é feito à base de medicamentos’, explica Márcia Hallinan, do Laboratório do Sono da Universidade Federal de São Paulo. O importante é não gritar com eles durante a crise ou acordá-los rapidamente. Caso contrário, o que deveria durar segundos, pode demorar um pouco mais.

As dicas de como ajudar nossos filhos são quase sempre as mesmas e nós já as conhecemos: manter a rotina familiar, adotar hábitos de vida e alimentação saudáveis, estabelecer a hora de findar com brincadeiras e programas de televisão no período da noite, após o banho se possível fazer uma massagem no bebê ou na criança, enfim, estabelecer rituais de aconchego e preparo para o sono que irá chegar… a gente se esforça, mesmo que muitas vezes demore para tudo dar certo, não é?! No caso do terror noturno, parece que prolongar os cochilos do dia (tarde, por exemplo) pode estimular seu filho a descansar mais e assim agitar-se menos na primeira fase da madrugada, período sempre mais crítico.

Essas são as observações mais recentes que eu tinha para dividir. E você, já teve ou está vivendo esse dilema com distúrbios do sono? A troca de experiências é sempre bem vinda!


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6 Responses so far.

  1. Tiffany Stica disse:

    Pesquisando sobre Terror Noturno: – http://tinyurl.com/3y2oc95 #familia (via blog)

  2. blogdati disse:

    Blogged Pesquisando sobre Terror Noturno: http://tinyurl.com/3y2oc95

  3. Tiffany Stica disse:

    Pesquisando sobre Terror Noturno: Sobre filhos com dificuldades para dormir*. Quais pais nunca passaram por isto: … http://bit.ly/dybLPN

  4. RT @blogdati Pesquisando sobre Terror Noturno http://bit.ly/cENPul

  5. Tiffany Stica disse:

    New Blog Post Pesquisando sobre Terror Noturno – Sobre filhos com dificuldades para dormir*. Quais pais nunca passa… http://ow.ly/17A3Du

  6. [...] mundo da maternidade. Sem sombra de dúvidas!!! Ele nunca dorme a noite toda direto e sofre com distúrbios do sono, [...]

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